
Um dia, passeando o elefante por aquelas bandas, deu com um artista estirado na rua, abandonado e sem coleiro. Naturalmente, tipo o artista é o melhor amigo do elefante, atou-o pela perna esquerda a um cordel que a tromba segurava e arrastou-o até casa. Na parede, à esquerda, saindo do hall e entrando na sala, uma verdadeira galeria de arte atormentava o rodapé. O artista passou dobrado. Chegado à cozinha & varanda o artista lentamente retomou a sua costumeira agonia até que, passados alguns meses, morreu de inanição. O elefante, olhando novos os quadros na parede, carpiu com o crocodilo. Depois foram à caça de perdizes, Miguel Bombarda acima.
Moral da história: Se as perdizes são caça fácil, o elefante anda sempre com um baraço no bolso.
Moral da história: Se as perdizes são caça fácil, o elefante anda sempre com um baraço no bolso.
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