
Ao passear sozinho junto ao rio, não pude deixar de reparar que a água rebrilhava mais do que o costume, que os charros eram fumados e a cerveja era bebida.
Ao passear sozinho junto ao rio, não pude deixar de reparar que havia pontes e que as esquinas por vezes tinham lentes convexas entre as crostas da cidade.
Que havia noite, copos, charros, bares, putas e muito mais.
Ao passear sozinho junto ao rio, não pude deixar de reparar num gajo que frente a uma parede branca, junto ao rio, nunca mais parava de mijar.
É verdade que nada disto estava ali para que eu reparasse, mas estava ali, e eu passeava demasiado ali, junto ao rio.
Também ele não estaria ali para que eu reparasse, o gajo que não parava de mijar na parede branca, como se a alvura florisse no seu pénis, junto ao rio.
Também a água cintilava mais do que o costume, é verdade.
E havia a noite, copos, os charros e muito mais.
E eu passeava sozinho, exactamente ali, junto ao rio.
Ao passear sozinho junto ao rio, não pude deixar de reparar que havia pontes e que as esquinas por vezes tinham lentes convexas entre as crostas da cidade.
Que havia noite, copos, charros, bares, putas e muito mais.
Ao passear sozinho junto ao rio, não pude deixar de reparar num gajo que frente a uma parede branca, junto ao rio, nunca mais parava de mijar.
É verdade que nada disto estava ali para que eu reparasse, mas estava ali, e eu passeava demasiado ali, junto ao rio.
Também ele não estaria ali para que eu reparasse, o gajo que não parava de mijar na parede branca, como se a alvura florisse no seu pénis, junto ao rio.
Também a água cintilava mais do que o costume, é verdade.
E havia a noite, copos, os charros e muito mais.
E eu passeava sozinho, exactamente ali, junto ao rio.
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